quarta-feira, 4 de março de 2015








A  Fé, alavanca da vida,
leva á batalha vencida,
Alimenta a esperança;
Traz o alento do CREADOR,
Para as lutas e labor
Infunde PAZ e confiança.


A fé, convite á oração,
Hino de amor e criação,
Energia para caminhar,
Despertar na Intimidade,
O bálsamo da caridade,
Rutila os de gestos de amar.


Pela Fé, a Divina centelha,
Que a alma justa espelha,
E convida o fiel a orar,
Confiante, desperto, de pé,
Seguro na verdade da fé
Sempre disposta a trabalhar.


A força está no ORAR
A segurança no VIGIAR.

Nem Sempre



Nem sempre o bom é melhor, pois o bom, para muitos, é imediato enquanto o melhor pode ser o
mediato ou distante acrisolados pela cautela e pela razão

Nem sempre o que é perfumado e prazeroso é o melhor, pois é certo que alguns venenos são perfumados e alguns prazeres podem embriagar e afogar a honra e a Paz.

Nem sempre o dinheiro que é bom é, de fato, o melhor, pois ele,pela capacidade de propiciar luxuria e o brilho, pode iludir e desviar a atenção, quanto a valores verdadeiros com a honestidade, fraternidade e a Paz

Por isso, nem sempre o que é imediatamente Bom projeta-se no tempo e no espaço como verdadeiramente melhor.



E não se esqueça:



"O verdadeiramente BOM e melhor é o capaz de produzir o BEM e a PAZ"

Divórcio

DIVÓRCIO



Partindo do princípio de que não existem uniões conjugais ao acaso, o  divórcio, a rigor, não deve ser facilitado entre as criaturas. É aí, nos laços matrimoniais definidos nas leis do mundo, que se operam burilamentos e reconciliações endereçados à precisa sublimação da alma. O casamento será sempre um instituto benemérito, acolhendo, no limiar, em flores de alegria e esperança àqueles que a vida aguarda para o trabalho do seu  próprio  aperfeiçoamento e perpetuação. Com ele, o progresso  ganha novos horizontes e a lei do renascimento atinge os fins para os quais se encaminha. Ocorre, entretanto, que a Sabedoria Divina jamais institui princípios de violência, e o  Espírito, conquanto em muitas situações agrave os próprios débitos, dispõe da faculdade de interromper, recusar, modificar, discutir ou  adiar, transitoriamente, o  desempenho dos compromissos que abraça. Em muitos lances da experiência, é a própria individualidade, na vida do Espírito, antes da reencarnação, que assinala a si mesma o casamento difícil que faceará na estância física, chamando a si o parceiro  ou  a parceira de existências pretéritas para os ajustes que lhe pacificarão a consciência, à vista de erros perpetrados em outras épocas. Reconduzida, porém, à ribalta terrestre e assumida a união esponsalícia que atraiu a si mesma, ei­la desencorajada à face dos empeços que se lhe desdobram à frente. Por vezes, o  companheiro ou  a companheira voltam ao exercício da crueldade de outro tempo, seja através de menosprezo, desrespeito, violência ou  deslealdade, e o  cônjuge prejudicado nem sempre encontra recursos em si para se sobrepor aos processos de dilapidação moral de que é vítima. Compelidos, muita vez, às últimas fronteiras da resistência, é natural que o  esposo ou a esposa, relegado a sofrimento indébito, se valha do divórcio por medida extrema contra o suicídio, o homicídio ou calamidades outras que lhes complicariam ainda mais o destino. Nesses lances da experiência, surge a separação à maneira de bênção necessária e o cônjuge prejudicado encontra no tribunal da própria consciência o apoio moral da auto­aprovação para renovar o caminho que lhe diga respeito, acolhendo ou não nova companhia para a jornada humana. Óbvio que não  nos é lícito estimular  o  divórcio em tempo algum, competindo­nos tão­ somente, nesse sentido, reconfortar e reanimar  os irmãos em lide, nos casamentos de    provação, a fim de que se sobreponham às próprias suscetibilidades e aflições, vencendo as duras etapas de regeneração ou  expiação que rogaram antes do  renascimento no Plano Físico, em auxílio a si mesmos; ainda assim, é justo  reconhecer que a escravidão não vem de Deus e ninguém possui o direito de torturar  ninguém, à face das leis eternas. O divórcio, pois, baseado em razões justas, é providência humana e claramente compreensível nos processos de evolução  pacifica.Efetivamente, ensinou Jesus: “não separeis o que Deus ajuntou”, e não nos cabe interferir na vida de cônjuge algum, no intuito de arredá­lo da obrigação a que se confiou. Ocorre, porém, que se não nos cabe separar aqueles que as Leis de Deus reuniu para determinados fins, são eles mesmos, os amigos que se enlaçaram pelos vínculos do casamento, que desejam a separação entre si, tocando­nos unicamente a obrigação de respeitar­lhes a livre escolha sem ferir­lhes a decisão.

terça-feira, 3 de março de 2015

Mulher

                Missionária  da vida.
Ampara o homem  para que o homem te ampare.
Não  te conspurques no prazer,  nem te mergulhar no vício. A felicidade na terra depende de ti,  como o fruto depende da árvore.
Mãe,  sê o anjo do lar.
Esposa, auxilia sempre.
Companheira, ascende o lume da esperança.
Irmã,  sacrifica-te e ajuda.
Mestra,  orienta o caminho.
Enfermeira,  compadece-te.
Fonte sublime,  se as feras do mal te poluiram as águas, imita a corrente cristalina que no serviço  infatigável a todos,  expulsa do próprio  seio a lama que lhe atiram.
Por mais te ar loja a dificuldade, não  te confieis a tristeza ou ao desânimo.
Lambari os órfãos, os doentes, os velhos e os desvalidos da estrada que esperam por teus braços  e  sorri com serenidade para luta.
Deixa que o trabalho Tanja as cordas celestes do teu senrimento para Qu não  falte a música da harmonia aos pedregosos trilhos da existência terrestre. Teu coração é uma estrela encarcerados.
Não  lhe apague a luz para que o amor resplandeça sobre as trevas.
Eleva-te,  elevando-nos.
Não  te esqueça  de que trazes nas mãos a chave da vida porque a chave da vida é  a glória do senhor

Vício

Senhor, venho humildemente hoje a Tua presença rogar proteção e amparo, pelos vícios que trago comigo 
e dos quais não consigo me libertar...
Sei que são ruinosos ao meu corpo e ao meu espírito
mas não me sinto forte o suficiente para abandoná-los, encontrando-me vazio e entediado sempre 
que distante deles.
Dos vícios abaixo, por mais aceitos socialmente e por mais incentivados, ajuda-me a abandonar;

O vicio do cigarro, ajuda-me a abandonar!
O vício da bebida alcoólica, ajuda-me a abandonar!
O vício da alimentação excessiva, ajuda-me a abandonar!
O vício da infidelidade, ajuda-me a abandonar!
O vício da prática sexual compulsiva, 
ajuda-me a babandonar!
O vício da sensualidade vulgar, ajuda-me a abandonar!
O vício da palavra impensada, ajuda-me a abandonar!
O vício da maledicência, ajuda-me a abandonar!
O vício da inveja, ajuda-me a abandonar!
O vício da falsidade, ajuda-me a abandonar!
O vício do ressentimento, ajuda-me a abandonar!
O vício da arrogância, ajuda-me a abandonar!
O vício do orgulho tolo, ajuda-me a abandonar!
O vício da preguiça, ajuda-me a abandonar!
O vício da má vontade, ajuda-me a abandonar!
O vício da omissão, ajuda-me a abandonar! 
Todos os vícios, meu Deus, ajudam-me a abandonar!
Os males da Terra existem porque nossa resistência 
moral ainda é frágil e pouco ou nada fazemos para 
que ela se torne barreira intransponível a tudo que 
possa causar prejuízo a nós ou ao nosso próximo.
As doenças, a má qualidade de vida, os lares destruídos,
as esperanças juvenis minadas, a prostituição, as drogas, 
os desvios de caráter, as perversões, as aversões inextinguíveis, as guerras, as tramas sórdidas, a morte, 
e o todo o mal, em si, são frutos de pequenos vícios 
que se tornaram grandes ameaças pela força de adesão 
de imensa parcela humana à sua nefasta influência!...
Ajuda-me, Senhor, a enxergar o mal que os vícios 
produzem em meu espírito, destinado por Ti à glória das Alturas, e concede-me força para extingui-los em mim. 
Que minha presença seja notícia de saúde física, mental 
e moral nos locais em que transito, e incentivo pessoal 
a que meus irmãos de jornada passem igualmente 
a amar-se mais, cultivando o que é bom e belo à 
vida que desfrutam, e deixando para trás todo
e qualquer hábito vicioso que possa ocasionar 
o seu atraso e a sua ruína.

Assim seja

Fazei-me instrumento de vossa paz.

A orar sem esquecer o trabalho 
A dar sem olhar a quem
A servir sem perguntar até quando
A sofrer sem magoar seja quem for
A progredir sem perder a simplicidade
A semear o bem sem pensar nos resultados
A desculpar sem condições
A marchar para a frente sem contar 
os obstáculos
A ver sem malicia
A escutar sem corromper assuntos
A falar sem ferir
A compreender o próximo sem 
exigir entendimentos
A respeitar os semelhantes sem reclamar 
consideração.
A dar o melhor de nós, sem cobrar taxas 
de reconhecimento
Senhor, fortalece em nós a paciência para 
com as dificuldades.
Ajuda-nos sobretudo, 
a reconhecer que a nossa felicidade
mais alta será,invariavelmente, 
aquela de cumprir-Te os desígnios
onde e como queiras, hoje,agora e sempre.

Senhor!

Agradecemos aos professores de bondade e paciência,  compreensão  e  tolerância que nos concedeu,  através de todo aqueles que nos transmitem os ensinamentos que nos legaste.

E  manifestamos ao teu amparo a nossa gratidão  pelos examinadores que nos enviar,  na pessoa de nossos  familiares e companheiros,  adversários e observadores. Para que a nós verifique o grau de aproveitamento das tuas mensagens de paz e amor.

Entretanto,  Jesus,  entre aqueles que nos induzem a procurar as virtudes que ainda  não possuímos e aqueles outros que nos destacam os defeitos e as deficiências que ainda carregamos,  nos te pedimos força, coragem para sermos simples e humildes,  a fim de praticarmos as tuas
Lições.

Assim seja

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